Como proteger o patrimônio da família em dólar.

Não é comprar dólar e guardar. É decidir que parte do patrimônio fica fora do país, em nome de quem, e como ela chega à próxima geração.

Em poucas linhas

A resposta curta.

Proteger o patrimônio em dólar é tirar uma parte dele da dependência de um país só e de uma moeda só. Isso se faz mantendo uma parcela no exterior, em ativos cotados em dólar, organizada desde o início para a sucessão da família.

Comprar papel-moeda ou deixar dólar parado em conta muda pouco. O que protege é a combinação de três decisões: quanto faz sentido estar fora, em que estrutura isso fica e quem acompanha a operação dos dois lados.

Passo a passo

Quatro decisões, nesta ordem.

Nenhuma delas depende de prever o câmbio. Todas dependem de conhecer a vida da família.

01

Medir a exposição

Quanto do patrimônio e da renda depende do Brasil hoje, e quanto da vida da família já é cotada em dólar: estudo, saúde, viagem, negócio. É dessa conta que sai a parcela que faz sentido levar para fora.

02

Separar proteção de aposta

Proteção é manter parte do patrimônio em outra moeda por anos. Comprar dólar para ganhar com a cotação é outra coisa, e tem outro risco.

03

Escolher a estrutura

Conta em nome próprio, em nome de uma offshore ou, quando o caso pede, trust. A estrutura define o que acontece com o patrimônio num inventário e como ele é tributado nos dois países.

04

Organizar a sucessão

Patrimônio no exterior tem regra sucessória própria. Ativo americano em nome de pessoa física estrangeira pode ficar sujeito ao imposto sobre herança dos Estados Unidos. Desenhado antes, evita custo e demora para quem fica.

O que o dólar não resolve sozinho.

O câmbio vai e volta: em alguns períodos o dólar cai contra o real. Por isso a ideia é ter parte do patrimônio em outra moeda de forma permanente, e não entrar e sair conforme a cotação.

Moeda forte também não substitui organização. Dinheiro fora do país sem documentação, sem declaração ou sem desenho sucessório cria problema maior do que o risco que se queria evitar.

Dentro da lei, dos dois lados.

O envio é feito por câmbio com instituição autorizada pelo Banco Central. Os recursos no exterior entram na declaração de Imposto de Renda, e os rendimentos seguem a Lei 14.754/2023 desde 2024. Dependendo do valor, também há declaração de capitais no exterior ao Banco Central.

O enquadramento tributário de cada família é feito com o contador e o advogado dela. A Origem não presta consultoria tributária.

Como a Origem conduz isso.

A Origem tem operação própria nos Estados Unidos. A Origem International Advisory LLC é Registered Investment Adviser registrado na SEC e no estado da Flórida, firma 333738, com escritório em Miami.

O que existe aqui e o que existe lá é tratado como um patrimônio só: a conta e a carteira em dólar, o arranjo no exterior, o câmbio e o efeito sucessório, com o time do Brasil e o dos Estados Unidos na mesma conversa.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam.

Se a sua pergunta não estiver aqui, é só perguntar.

Comprar dólar e guardar protege o patrimônio?
Protege pouco. Papel-moeda e saldo parado não rendem e não resolvem sucessão. Proteger é manter parte do patrimônio no exterior, em ativos cotados em dólar, dentro de uma estrutura pensada para a família.
Quanto do patrimônio deve ficar em dólar?
Não existe percentual que sirva para todo mundo. A parcela sai de quanto da vida da família já é cotada em dólar, do horizonte e da necessidade de liquidez no Brasil. Essa conta é feita caso a caso.
O dólar sempre sobe contra o real?
Não. Há períodos em que o dólar cai contra o real. Ter parte do patrimônio em outra moeda é uma decisão de longo prazo, não uma aposta na cotação.
Preciso de uma offshore?
Nem sempre. Para algumas famílias a conta em nome próprio basta; para outras, uma offshore ou um trust resolve melhor a sucessão e a gestão. A resposta depende do tamanho do patrimônio, da família e do objetivo.
Investir em dólar é legal?
Sim, desde que o envio seja feito por câmbio com instituição autorizada pelo Banco Central e os recursos sejam declarados à Receita Federal e, quando for o caso, ao Banco Central.
Quem cuida do patrimônio da família nos Estados Unidos?
Na Origem, a operação americana é conduzida pela Origem International Advisory LLC, registrada na SEC e no estado da Flórida, firma 333738. O registro é público e não significa aprovação ou endosso da SEC.

A Origem International Advisory LLC é Registered Investment Adviser registrado na Securities and Exchange Commission e no estado da Flórida, firma 333738. O registro não implica endosso, aprovação ou recomendação por parte de qualquer órgão regulador nem determinado nível de qualificação. Conteúdo de caráter informativo, não constitui oferta, recomendação ou consultoria de investimentos, tributária ou jurídica. Investimentos no exterior envolvem riscos, inclusive de variação cambial e de regime tributário.

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