
Não é comprar dólar e guardar. É decidir que parte do patrimônio fica fora do país, em nome de quem, e como ela chega à próxima geração.
Em poucas linhas
Proteger o patrimônio em dólar é tirar uma parte dele da dependência de um país só e de uma moeda só. Isso se faz mantendo uma parcela no exterior, em ativos cotados em dólar, organizada desde o início para a sucessão da família.
Comprar papel-moeda ou deixar dólar parado em conta muda pouco. O que protege é a combinação de três decisões: quanto faz sentido estar fora, em que estrutura isso fica e quem acompanha a operação dos dois lados.
Passo a passo
Nenhuma delas depende de prever o câmbio. Todas dependem de conhecer a vida da família.
Quanto do patrimônio e da renda depende do Brasil hoje, e quanto da vida da família já é cotada em dólar: estudo, saúde, viagem, negócio. É dessa conta que sai a parcela que faz sentido levar para fora.
Proteção é manter parte do patrimônio em outra moeda por anos. Comprar dólar para ganhar com a cotação é outra coisa, e tem outro risco.
Conta em nome próprio, em nome de uma offshore ou, quando o caso pede, trust. A estrutura define o que acontece com o patrimônio num inventário e como ele é tributado nos dois países.
Patrimônio no exterior tem regra sucessória própria. Ativo americano em nome de pessoa física estrangeira pode ficar sujeito ao imposto sobre herança dos Estados Unidos. Desenhado antes, evita custo e demora para quem fica.
O câmbio vai e volta: em alguns períodos o dólar cai contra o real. Por isso a ideia é ter parte do patrimônio em outra moeda de forma permanente, e não entrar e sair conforme a cotação.
Moeda forte também não substitui organização. Dinheiro fora do país sem documentação, sem declaração ou sem desenho sucessório cria problema maior do que o risco que se queria evitar.
O envio é feito por câmbio com instituição autorizada pelo Banco Central. Os recursos no exterior entram na declaração de Imposto de Renda, e os rendimentos seguem a Lei 14.754/2023 desde 2024. Dependendo do valor, também há declaração de capitais no exterior ao Banco Central.
O enquadramento tributário de cada família é feito com o contador e o advogado dela. A Origem não presta consultoria tributária.
A Origem tem operação própria nos Estados Unidos. A Origem International Advisory LLC é Registered Investment Adviser registrado na SEC e no estado da Flórida, firma 333738, com escritório em Miami.
O que existe aqui e o que existe lá é tratado como um patrimônio só: a conta e a carteira em dólar, o arranjo no exterior, o câmbio e o efeito sucessório, com o time do Brasil e o dos Estados Unidos na mesma conversa.
Perguntas frequentes
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